Ateísmo e agnosticismo não são exatamente a mesma coisa. De forma simples, o ateísmo está relacionado à crença — ou à ausência dela — na existência de Deus ou deuses. Já o agnosticismo está principalmente relacionado àquilo que podemos afirmar saber sobre essa existência.
Essa distinção parece pequena, mas muda bastante a conversa. Uma pessoa pode não acreditar em Deus sem afirmar que consegue provar sua inexistência. Outra pode considerar que não existem razões suficientes para concluir nem que Deus existe nem que não existe.
Por isso, a conhecida explicação de que “o ateu não acredita e o agnóstico tem dúvida” serve apenas como ponto de partida. Filosoficamente, o assunto é mais interessante — e mais complexo.
Neste artigo, você vai entender o que significam ateísmo e agnosticismo, onde essas posições se aproximam e se diferenciam e quais livros em português podem ajudar a explorar o debate com mais profundidade.
O que é ateísmo?
Ateísmo é uma posição relacionada à inexistência de Deus ou à ausência de crença em divindades. A definição exata, entretanto, depende de como a palavra está sendo empregada.
Em parte da filosofia contemporânea da religião, “ateísmo” é usado em um sentido mais específico: a posição segundo a qual Deus não existe. No uso cotidiano e em outras classificações, porém, o termo também pode abranger simplesmente quem não possui crença em Deus ou deuses.
Considere estas duas afirmações:
- “Acredito que Deus não existe.”
- “Não acredito em Deus, mas não afirmo saber que Deus não existe.”
Elas parecem semelhantes, mas não expressam necessariamente a mesma posição filosófica.
É justamente por isso que discussões sobre ateísmo às vezes se tornam confusas. Duas pessoas podem utilizar a palavra “ateu” com sentidos diferentes e começar a discutir antes mesmo de perceber que não estão falando exatamente da mesma coisa.
O que é agnosticismo?
Agnosticismo é uma posição relacionada aos limites do conhecimento sobre questões como a existência de Deus. Dependendo da definição utilizada, o agnóstico pode suspender o julgamento sobre a existência divina ou considerar que não dispomos de fundamentos suficientes para afirmar conhecimento sobre essa questão.
O termo ganhou seu sentido moderno no século XIX por meio do naturalista britânico Thomas Henry Huxley. A ideia estava associada a um princípio intelectual importante: não alegar como conhecimento aquilo para o qual não existem fundamentos adequados.
Isso torna o agnosticismo mais interessante do que a caricatura de alguém que simplesmente “não consegue decidir”.
Uma pessoa pode chegar ao agnosticismo depois de considerar argumentos religiosos, filosóficos e céticos e concluir que nenhum deles oferece base suficiente para uma afirmação definitiva.
Existem, inclusive, diferentes formas de compreender o agnosticismo. Algumas dizem respeito à suspensão de uma crença; outras enfatizam os limites do conhecimento humano.
Qual é a diferença entre ateísmo e agnosticismo?
A diferença fundamental está no tipo de pergunta que cada conceito procura responder. O ateísmo costuma estar relacionado à crença ou à posição assumida diante da existência de Deus. O agnosticismo pode estar relacionado ao conhecimento: podemos realmente saber se Deus existe ou não?
Como introdução, podemos organizar os conceitos assim:
- Teísmo: sustenta a existência de Deus ou deuses.
- Ateísmo: pode significar a posição de que Deus não existe ou, em usos mais abrangentes, a ausência de crença em Deus.
- Agnosticismo: envolve suspensão de julgamento ou uma posição sobre os limites do conhecimento a respeito da existência ou inexistência de Deus.
Mas essas três categorias não funcionam necessariamente como caixas perfeitamente separadas.
E é aqui que aparece uma questão especialmente interessante.
É possível ser ateu e agnóstico ao mesmo tempo?
Sim, dependendo das definições adotadas. Uma pessoa pode não acreditar que Deus exista e, ao mesmo tempo, reconhecer que não sabe se Deus existe ou considerar que não possui fundamentos suficientes para afirmar sua inexistência como conhecimento.
É daí que surgem expressões como “ateu agnóstico”.
Imagine alguém dizendo:
“Não acredito que exista um Deus, mas também não afirmo ter conhecimento capaz de demonstrar que Deus não existe.”
Quando crença e conhecimento são tratados como dimensões diferentes, essa pessoa pode descrever sua posição como ateísta em relação à crença e agnóstica em relação ao conhecimento.
Em outras classificações filosóficas, entretanto, ateísmo e agnosticismo são definidos como respostas alternativas para a mesma questão e, portanto, permanecem posições distintas.
Não existe contradição em reconhecer essa variedade de definições. Pelo contrário: esclarecer previamente o significado dos termos torna o debate mais preciso.
Crença e conhecimento não são a mesma pergunta
Uma maneira particularmente útil de compreender ateísmo e agnosticismo é separar duas perguntas:
- Você acredita que Deus existe?
- Você considera que sabe se Deus existe?
A primeira pergunta trata de crença. A segunda trata de conhecimento.
Uma pessoa pode acreditar em algo sem afirmar que consegue demonstrá-lo como conhecimento. Também pode deixar de acreditar em determinada afirmação sem considerar que demonstrou a falsidade dessa afirmação.
Essa distinção ajuda a explicar por que as posições possíveis são mais variadas do que simplesmente “religioso”, “ateu” e “indeciso”.
Agnóstico acredita em Deus?
Depende do sentido em que a palavra “agnóstico” está sendo utilizada.
Quando agnosticismo significa suspensão de julgamento, a pessoa não afirma nem que Deus existe nem que Deus não existe.
Quando o conceito é empregado especificamente em relação ao conhecimento, a situação pode ser diferente. Alguém pode, por exemplo, possuir uma crença religiosa e simultaneamente reconhecer que não consegue apresentá-la como conhecimento demonstrável.
Da mesma forma, alguém pode considerar a existência de Deus improvável sem afirmar que sabe que Deus não existe.
Por isso, descobrir que alguém é agnóstico ainda não nos diz necessariamente tudo sobre aquilo em que essa pessoa acredita.
Ateísmo é uma religião?
O ateísmo, entendido simplesmente como uma posição sobre a existência de Deus ou como ausência de crença em divindades, não constitui por si só uma religião.
A palavra não determina um conjunto obrigatório de rituais, textos sagrados, instituições, práticas, princípios morais ou respostas para todas as grandes questões da existência.
Isso também significa que não existe uma única “visão de mundo ateísta” compartilhada por todas as pessoas ateias.
Duas pessoas podem concordar que não acreditam em Deus e discordar profundamente sobre ética, política, consciência, espiritualidade, propósito, livre-arbítrio ou sobre praticamente qualquer outro assunto.
Ser ateu significa rejeitar a espiritualidade?
Não necessariamente. Tudo depende também do que a pessoa entende por espiritualidade.
Se espiritualidade for definida necessariamente como relação com uma divindade ou realidade sobrenatural, um ateu provavelmente terá dificuldades com essa definição.
Mas a palavra também é utilizada para descrever experiências relacionadas à contemplação, ao sentimento de conexão, à busca de significado, à admiração diante da natureza ou a determinadas práticas meditativas.
Nesse sentido mais amplo, podem existir pessoas que se identificam como ateias e, ainda assim, utilizam a palavra espiritualidade para descrever determinadas dimensões de suas experiências.
É importante não transformar essa possibilidade em uma característica do ateísmo. Alguns ateus se consideram espirituais; outros rejeitam completamente o termo.
O que ateísmo e agnosticismo não dizem sobre uma pessoa?
Conhecer a posição de alguém sobre Deus revela muito menos sobre essa pessoa do que alguns estereótipos sugerem.
- Moralidade: ser ateu ou agnóstico não determina automaticamente quais princípios éticos alguém segue.
- Política: nenhuma das duas posições determina obrigatoriamente uma orientação política.
- Ciência: identificar-se como ateu não significa automaticamente possuir conhecimento científico, assim como possuir uma religião não implica rejeitar a ciência.
- Propósito: ateísmo não significa necessariamente considerar a vida sem sentido.
- Espiritualidade: a relação dependerá da definição adotada e das experiências individuais.
- Atitude diante das religiões: uma pessoa pode não acreditar em Deus e ainda assim estudar, respeitar ou considerar culturalmente importantes determinadas tradições religiosas.
O mesmo princípio vale para pessoas religiosas. Conhecer apenas uma crença metafísica dificilmente permite reconstruir toda a personalidade, ética e visão de mundo de alguém.
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Uma boa forma de aprofundar o assunto é conhecer autores que abordaram a existência de Deus, a crítica da religião e os limites do conhecimento a partir de perspectivas diferentes.
Em vez de procurar um livro que diga ao leitor “no que acreditar”, vale escolher obras que permitam compreender os argumentos.
Por que Não Sou Cristão — Bertrand Russell
Por que Não Sou Cristão reúne textos de Bertrand Russell, filósofo, lógico e matemático britânico, sobre religião, cristianismo, moralidade e as razões pelas quais ele não considerava convincentes determinados argumentos religiosos.
É importante entender o tipo de obra que se está lendo: Russell apresenta uma posição crítica e argumentativa. Portanto, o livro não deve ser tratado como uma introdução neutra a todas as posições sobre Deus.
Seu valor está justamente em permitir contato direto com argumentos de um dos pensadores mais influentes do século XX.
Indicado para: quem deseja conhecer uma defesa filosófica clássica do ceticismo religioso e da crítica ao cristianismo.
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Deus, um Delírio — Richard Dawkins
Deus, um Delírio, de Richard Dawkins, tornou-se uma das obras mais conhecidas do debate público contemporâneo sobre ateísmo e religião.
Dawkins argumenta explicitamente contra a crença em Deus e discute religião a partir de uma perspectiva fortemente crítica. Por isso, é melhor compreendido como uma defesa contemporânea do ateísmo do que como um manual neutro sobre ateísmo e agnosticismo.
O livro também é importante historicamente para entender o fenômeno cultural que ficou conhecido como Novo Ateísmo, associado ao intenso debate público sobre religião ocorrido principalmente nas primeiras décadas do século XXI.
Indicado para: quem quer conhecer uma das obras mais influentes e controversas do ateísmo contemporâneo.
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Deus Não É Grande — Christopher Hitchens
Em Deus Não É Grande, Christopher Hitchens desenvolve uma crítica contundente às religiões organizadas e à influência que determinadas crenças religiosas exerceram ao longo da história.
O estilo de Hitchens é deliberadamente provocador. Isso torna a obra bastante diferente de uma introdução acadêmica ao ateísmo.
Ela é relevante principalmente para compreender uma vertente crítica e combativa do pensamento ateísta contemporâneo. Assim como Dawkins, Hitchens tornou-se um dos nomes mais associados ao Novo Ateísmo.
Indicado para: leitores interessados nos argumentos críticos contra religião e na história recente do debate público sobre ateísmo.
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Diálogos Sobre a Religião Natural — David Hume
Para quem deseja sair do debate contemporâneo e entrar em questões clássicas da filosofia da religião, David Hume é uma leitura fundamental.
Em Diálogos Sobre a Religião Natural, diferentes personagens discutem argumentos relacionados à existência e à natureza de Deus. Um dos grandes méritos da obra é justamente sua forma dialógica: argumentos e objeções aparecem em confronto.
É um livro mais exigente do que os anteriores, mas permite perceber que muitas discussões atuais sobre Deus possuem raízes filosóficas muito anteriores ao chamado Novo Ateísmo.
Indicado para: quem quer aprofundar a filosofia da religião e conhecer um clássico do pensamento cético.
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Em que ordem ler esses livros?
Se o objetivo é compreender progressivamente o pensamento ateísta e a crítica filosófica da religião, uma sequência possível é:
- Por que Não Sou Cristão, de Bertrand Russell, para entrar em argumentos filosóficos relativamente acessíveis;
- Deus, um Delírio, de Richard Dawkins, para conhecer uma defesa contemporânea e bastante influente do ateísmo;
- Deus Não É Grande, de Christopher Hitchens, para observar outra vertente do Novo Ateísmo;
- Diálogos Sobre a Religião Natural, de David Hume, para chegar a um debate filosófico clássico e mais exigente.
Essa seleção tem uma limitação importante: ela possui maior quantidade de obras críticas à religião do que propriamente dedicadas ao agnosticismo.
Isso não significa que agnosticismo seja intelectualmente menos relevante. Pelo contrário. Parte da bibliografia acadêmica contemporânea mais interessante especificamente sobre agnosticismo está disponível sobretudo em inglês. Como a proposta desta seleção é indicar livros acessíveis em português, é melhor reconhecer essa limitação do que recomendar uma tradução que não esteja claramente disponível.
E Richard Dawkins, Christopher Hitchens e o Novo Ateísmo?
Richard Dawkins e Christopher Hitchens são importantes para compreender o debate contemporâneo, mas não representam todo o pensamento ateísta.
Ao lado de autores como Daniel Dennett e Sam Harris, eles foram associados ao chamado Novo Ateísmo, movimento intelectual e cultural que ganhou grande visibilidade pública especialmente nos anos 2000.
Suas obras ajudaram a popularizar debates sobre religião, ciência e secularismo, mas o pensamento ateísta possui uma história muito mais antiga e filosoficamente diversa.
Por isso, reduzir o ateísmo a Dawkins seria semelhante a tentar compreender toda a tradição religiosa por meio de um único autor.
Qual livro escolher primeiro?
Para começar pela filosofia e pela argumentação, Bertrand Russell provavelmente oferece a melhor porta de entrada entre os títulos desta seleção.
Quem estiver particularmente interessado no debate contemporâneo entre religião e ateísmo pode seguir depois para Richard Dawkins e Christopher Hitchens.
Já quem deseja compreender as raízes filosóficas de alguns desses debates pode avançar para David Hume.
Mais importante do que concordar integralmente com qualquer um desses autores é aprender a identificar a estrutura dos argumentos: quais premissas estão sendo utilizadas, que objeções existem e até onde determinada conclusão realmente pode ser sustentada.
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Ateísmo, agnosticismo e ciência são a mesma discussão?
Não. Essa distinção é especialmente importante.
A ciência investiga fenômenos utilizando métodos de observação, experimentação, construção de hipóteses e avaliação de evidências. Já perguntas metafísicas sobre a existência de Deus podem envolver questões que ultrapassam aquilo que um experimento isolado consegue testar.
Isso não significa que ciência e religião nunca se encontrem. Afirmações religiosas que fazem previsões sobre fenômenos observáveis podem entrar no campo da investigação científica.
Mas seria um erro transformar automaticamente “a ciência” em sinônimo de ateísmo. Cientistas, como qualquer outro grupo humano, podem possuir diferentes posições filosóficas e religiosas.
Da mesma maneira, argumentos filosóficos sobre Deus precisam ser avaliados como argumentos. Invocar ciência, filosofia ou religião como simples rótulos de autoridade não resolve a questão.
Compreender antes de escolher um rótulo
Ateísmo e agnosticismo estão relacionados, mas não são simplesmente duas palavras para a mesma visão.
Dependendo da definição adotada, o ateísmo diz respeito à inexistência de Deus ou à ausência de crença em divindades. O agnosticismo chama atenção principalmente para outra dimensão: aquilo que podemos ou não afirmar conhecer sobre essa existência.
Essa distinção explica por que alguém pode se considerar agnóstico sem se identificar como ateu e por que, em outras classificações, uma pessoa pode utilizar a expressão “ateu agnóstico”.
Talvez a contribuição mais interessante desses conceitos seja justamente obrigar a separar perguntas que frequentemente aparecem misturadas: o que existe, no que acreditamos e o que realmente podemos dizer que sabemos?
Essa separação não resolve a questão da existência de Deus. Mas permite discuti-la com muito mais clareza.
Perguntas frequentes sobre ateísmo e agnosticismo
Qual é a diferença entre ateu e agnóstico?
O ateísmo está relacionado à posição diante da existência de Deus ou à ausência de crença em divindades. O agnosticismo está principalmente relacionado à possibilidade de conhecer ou justificar uma conclusão sobre a existência ou inexistência de Deus. As definições filosóficas variam, portanto os conceitos podem se sobrepor em algumas classificações.
É possível ser ateu e agnóstico?
Sim, dependendo da definição utilizada. Uma pessoa pode não acreditar em Deus e, ao mesmo tempo, reconhecer que não sabe se Deus existe ou considerar que não possui fundamentos suficientes para afirmar sua inexistência como conhecimento.
Agnóstico é alguém indeciso?
Não necessariamente. O agnosticismo pode representar uma posição filosófica sobre os limites do conhecimento, e não simplesmente uma dificuldade pessoal para escolher entre acreditar ou não acreditar.
Ateísmo é uma religião?
Ateísmo, considerado isoladamente como uma posição sobre a existência de Deus ou ausência de crença em divindades, não constitui por si mesmo uma religião completa. Ele não estabelece obrigatoriamente rituais, instituições, textos, práticas ou uma doutrina moral.
Todo ateu acredita que Deus definitivamente não existe?
Não. Isso depende da definição de ateísmo utilizada e da posição individual. Há diferença entre não acreditar em Deus, sustentar que Deus não existe e afirmar possuir conhecimento conclusivo sobre a inexistência de qualquer divindade.
Qual livro é bom para começar a entender o ateísmo?
Por que Não Sou Cristão, de Bertrand Russell, é uma opção interessante para entrar em contato com argumentos filosóficos críticos à religião. Quem deseja conhecer o ateísmo contemporâneo também pode ler Deus, um Delírio, de Richard Dawkins, lembrando que a obra apresenta uma posição argumentativa específica, e não uma visão neutra de todo o debate.
Existem bons livros especificamente sobre agnosticismo?
Sim. Na literatura acadêmica internacional existem obras especificamente dedicadas ao agnosticismo. Entretanto, algumas das introduções acadêmicas mais relevantes não possuem a mesma disponibilidade em português encontrada nos livros de autores como Russell, Hume e Dawkins. Para uma lista voltada ao leitor brasileiro, é importante não confundir uma obra disponível em inglês com uma edição efetivamente publicada em português.

Referências filosóficas e acadêmicas
- Draper, Paul. “Atheism and Agnosticism”. Stanford Encyclopedia of Philosophy. Stanford University. Consultar a referência.
- Baggini, Julian. Atheism: A Very Short Introduction. 2ª edição. Oxford University Press, 2021. Oxford Academic.
- Le Poidevin, Robin. Agnosticism: A Very Short Introduction. Oxford University Press, 2010. Oxford Academic.
- Oppy, Graham. Atheism and Agnosticism. Cambridge University Press, 2018. Cambridge University Press.
Veja também
- O Mundo Assombrado pelos Demônios, de Carl Sagan — uma leitura especialmente relacionada ao tema por explorar ceticismo, pensamento crítico, evidências e a maneira como avaliamos afirmações extraordinárias.
- A Mente Moralista, de Jonathan Haidt — ajuda a compreender por que pessoas inteligentes podem chegar a convicções morais, políticas e religiosas profundamente diferentes.
- Pense de Novo, de Adam Grant — complementa a discussão ao investigar como formamos certezas, defendemos crenças e aprendemos a reconsiderar aquilo que pensamos saber.
- Qual a diferença entre ateu e agnóstico? — aprofunda diretamente a distinção entre ateísmo e agnosticismo e ajuda a esclarecer as diferentes formas de usar esses conceitos.
- É possível ter propósito na vida sem religião? — amplia o debate para uma das questões que frequentemente surgem depois do ateísmo e do agnosticismo: como compreender significado e propósito sem pressupor uma crença religiosa.


